quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Mais um ano chega ao fim.


É, estamos chegando em mais um final de ano. Mais um com as felicitações de um feliz Natal e próspero ano novo. Neste ano me parece estranho repetir a mesma história e, desta vez, parei para pensar nas perdas e ganhos de 2011.
Durante o ano que se passou, finalmente concluí a graduação e realizei o sonho da formatura. Adorei o meu trabalho de conclusão de curso e contei com o apoio e dedicação das pessoas que admiro. Também vesti-me de Elfa, comprei um arco, me diverti com os amigos queridos nos bares por aí... fui a shows. Ganhei muitos abraços e beijos da família, dos amigos e dos cachorros.
Foram tantas conversas...
Neste ano, dentre estas perdas, também acabei me magoando com minha melhor amiga por motivos tolos.
Por tudo isso, acabei parando para pensar um pouco nas coisas que realmente damos valor na vida quando percebi que eu estava eufórica com a formatura e uma das pessoas que mais se dedicou desde o meu nascimento para este dia chegar não pode estar lá; eu tinha a melhor amiga de todos os mundos e por um motivo bobo a amizade foi quase abalada.
O tempo passa, as dores se vão, e podemos novamente erguer a cabeça e voltar a vida normal. Ou quase! Nunca mais será a mesma coisa, mas irá seguir seu curso, com erros e acertos; com conquistas e derrotas.
Quando me dei conta disso, percebi que em um determinado momento da vida, eu estava dando mais valor para um diploma do que para as pessoas que eu amo. Que, por as pessoas darem valor a imagem, afastam-se daqueles que mais lhe querem bem. E quantas pessoas fazem isso sem nem perceber? Você, já parou para pensar no que está perdendo por dar valor a formação, trabalho, dinheiro e imagem?
Os meus bens maiores serão sempre àqueles que amo entre minha família e meus amigos. Não há diploma no mundo que possa trazer para perto os que estão longe e temos saudade. Não há dinheiro suficiente no mundo que possa devolver a vida daqueles que perdemos. Não há boa imagem suficiente para agradar a todos. Não há trabalho que gratifique mais do que o abraço daqueles que nos querem bem.
Além disso, desta vez e mais do nunca, afirmo minha posição sobre o consumismo exagerado em que vivemos em época de festas: ele não vale nada! A menos que você possa sanar a fome de alguém que sofre por isso, presentes não têm o menos valor a menos que você possa ver de fato a alegria estampada no rosto de uma criança por um brinquedo que ela almeja, mas que não é possível aos pais comprar. Se não for assim, não há nenhuma graça em brincar de “Papai Noel”.
Que tal deixar pelo menos uma pessoa sem fome no Natal, e pelo menos uma criança muito feliz?
Nestas festas de final de ano, que você tenha na sua casa, uma mesa farta de quitutes maravilhosos de Natal, e possam compartilhar as gostosuras com tantos quanto for possível. Que, ao invés de nos preocuparmos com o trabalho e com o dinheiro que vamos ganhar no próximo ano, vamos dar a devida atenção para aqueles que amamos.
Neste Natal, um abraço pode valer muito mais do que esperamos e digo isso por que, acreditem, a falta dele irá doer muito. Dar um telefonema para quem está longe, um e-mail para quem não vê todos os dias... é sempre possível fazer alguma coisa, basta vontade.
Para o próximo ano, desejo que todos tenham felicidade, seja repleto de ganhos e bem aventuranças e, hoje acredito que, como diz a musica Preto e Branco, do Vera Loca: “amar É bem melhor do que ver o amor passar”, desejo que em 2012 vocês amem muito. Abracem muito. Que tenham todos muitos motivos para sorrir e viver.
Que neste Natal, se possa colocar em prática o que for refletido e que o novo ano tenha mais Paz. Que possamos nos encontrar como boas almas.
E, vamos manter acesa, para as crianças, a alegria do Natal, seja pelo Papai Noel, ou pelo nascimento de Cristo para os Católicos, para que elas tenham paz de espírito e possam acreditar que um mundo melhor é possível. Eu acredito!
Aos que amo e admiro, tenham um Natal de paz de espírito.
Ah! E se 2012 será o fim do mundo, não sei, mas podemos fazer dele um ano melhor.

Vanessa Fiorenza
30 de novembro de 2011.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Perdoar

Recebi outro dia uma imagem com cães sendo os mais fiéis companheiros. Junto à foto, havia a explicação dada por uma criança para o fato de os cachorros durarem tão pouco tempo, a qual dizia que os cachorros nascem amando e, por isso, não precisariam viver muito. Já o homem, deve aprender a perdoar.
Acreditei no que li.
Nada levamos desta vida a não serem os sentimentos. E nossa é vida é curta, mas nada acontece sem que antes tenhamos terminado nossa missão aqui na Terra. E qual será a missão?
Já vi inúmeras histórias de pessoas amargas se tornarem dóceis, de pessoas “mão-de-vaca” transformarem-se desprendidas dos bens matérias, e já vi pessoas que nunca pediram desculpas implorarem pelo perdão.
Não é justo que sejamos atingidos pelo medo e pela sensação de termos passado uma vida “errada” apenas nas nossas ultimas horas. Por isso, fiquei pensando no perdão.
Quantas pessoas já deixamos de perdoar? Eu várias e lembro-me de cada motivo... ou será que já nem me lembro mais? Será que agora só lembro que uma destas é insuportável? Mas isto não é suficiente. Não mais.
Não quero passar uma vida odiando, com raiva, inveja e, consequentemente, tendo decepções. Quero uma vida prazerosa: poder dizer, que tive uma vida feliz. Já que os cachorros nascem amando, devo eu amá-los também, e amar as pessoas intensamente.
Mais do que agradecer ao Universo pelo que temos - ou a Deus, ou aos Orixás, ou às Fadas... – temos que estar dispostos a perdoar àqueles que nos magoaram ou que, de alguma forma, nos fizeram mal.
Para que viver atraindo pensamentos ruins e tendo uma vida “pesada”, se podemos desde já estar em paz? As pessoas mais simples e de maior dignidade e sabedoria que conheço, perdoam sempre.
Como é bom dormir pensando apenas nas contas para pagar, na saudade, nas pessoas que amamos... e ter bons sonhos. Em contraposição, como é ruim dormir pensando nas pessoas que não nos agradam, nas discussões, nas grandes brigas existências... e ter pesadelos.
Não há segredos para felicidade. Não há segredos para conquista.
A lei é ATRAIR! A vida é fácil, a gente é quem complica.
Vou fazer as coisas que amo, sendo tatuagem ou tomar chá-verde, pular de bang jump ou brincar em parques de diversão, comer algodão-doce ou chocolate amargo...
Vou cuidar minha saúde, trabalhar apenas para ter dinheiro suficiente...
Mas, acima de tudo, vou perdoar de coração e viver intensamente.
E você?


Vanessa Fiorenza
20 de outubro de 2011.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Dia das Bruxas

Está chegando o Halloween. Que data bacana. A Maioria das pessoas não entende o seu significado, até por que ela não costuma ser celebrada no Brasil.
No entanto, é muito bom pensar que esta não é uma data consumista. Diferente do Natal e Páscoa, que já perderam totalmente o significado bonito de nascimento e ressurreição de Cristo para se tornar em datas de compras e presentes, o Dia das Bruxas (ou dia de todos os santos) é apenas uma data divertida de festas a fantasia e decorações.
Quando alguém lembra desta data, apenas deseja um Feliz dia das Bruxas ou, os mais brincalhões, aproveitam a brincadeira de “tricki or treat”, divertindo-se com doces ou travessuras alegres.
Nessa vida passageira, devíamos nos preocupar bem mais com a diversão das datas comemorativas, com o espírito de festa e os momentos de confraternização, e não apenas com os presentes, muitas vezes dados apenas como obrigação pela data e sem nenhum pingo de carinho.
Eu posso ter aprendido tudo errado, mas ainda me considero uma pessoa sensível, que tento me erguer as próprias custas e não posso ficar gastando dinheiro com lembrancinhas para parentes e conhecidos nas ditas datas. Ainda acho que um forte abraço e um beijo dado com o coração, são os melhores e mais simbólicos presentes que podem ser dados.
São estes que representam o verdadeiro carinho e boas vibrações das festividades. Por isso acredito que o Halloween é uma data digna: ainda não se transformou em consumismo e, de forma alegre e descontraída, ainda se transmite bons sentimentos, mesmo sendo um tanto macabro.
Enquanto isso, ainda me resta a esperança de que os muitos que ainda estejam guardando o amor que não sabem dar em função do terrível consumismo, para o dia que em que entendam que o verdadeiro presente não está em meros objetos.

Vanessa Fiorenza
13 de outubro de 2011.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Recomeço...

Sempre um novo começo!
Cada dia e cada momento. Tristezas e alegrias sentidas e aproveitadas lá no fundo da alma. É assim que se aprende. "Você vive, você aprende", já diria Alanis.
Cada passo dado é uma etapa vencida ou uma derrota necessária. Estamos aqui para isso: para evoluir! E cada um a sua maneira.
Tem dias que o mundo para. Que nada da certo e que parece que a vida virou ao contrário. Aí vem a paciência! Nestes dias, o melhor apoio são os amigos e amigas (também a família). São eles que estão ali sempre dispostos para ajudar a colocar os parafusos de volta no lugar.
Depois, quando a vida volta para o eixo, lá vem de volta o bom humor e as boas perspectivas. As vezes, vem com as alegrias o medo do dia triste voltar; das noites vazias reaparecerem. Mas e se tudo for uma TPM?
E a vida segue com seus altos e baixos: sempre em ciclos... lá se vão mais sonhos, derrotas e conquistas!
Dias carentes que um beijo preenche. Dias de ódio que esportes descontraem. Dias de tédio que amigos animam. Dias de saudade, acalmados por orações... E, simplesmente, dias felizes.
E é exatamente em dias assim, de manhãs bonitas e tardes alegres, que a gente se inspira e tem ânimo e vontade de continuar. É nesses dias que a gente pensa "que se foda o mundo, o eu quero é ser feliz", onde as idéias enchem o pensamento e nos lembramos que podemos ser e somos fortes. Cada tropeço, é uma lição.
E como é ótimo seguir bons concelhos: aproveitar boas músicas, ler bons livros, ter alguém tocando uma musica para você... como é mágico a transmissão de boas energias vindas de amigos de longe e de perto.
É bom ter palavras consoladoras - que estas lhe sirvam de ânimo também.
É bom as vezes ter vontade de sair e caminhar, e fazer isso! É bom ver a chuva ou um um dia ensolarado. É bom ajudar quem precisa, cuidar de animais e subir em árvores!
Faz bem ver a vida pelo lado bom. Claro que vez por outra se tem uma recaída, mas sempre é um aprendizado.
Afinal, a vida é simples; a gente é quem complica!

Vanessa Fiorenza
26 de setembro de 2011.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Uma página de Diário


Acho que eu estou é me acostumando a ficar só. Ainda dói o vazio, mas talvez eu esteja me adaptando a isso. Parece que jamais vou ser feliz por não estar completa e, ao mesmo tempo, ver que não há outra alternativa.
Penso assim: viver para quê? Para quem?
Afinal, o que se faz sozinha, sem grana, em uma sexta-feira à noite, chuvosa? Ligar a TV, e na porcaria só rola romance, comédia romântica, ação e aventura com romance... é um tal de beijar na boca que faz bater uma inveja!!! Acesso a internet: vazia! Claro, todos namorando, saindo com amigos/as, se divertindo.
Penso: e o que me prende de sair e me divertir também? Eis que eu mesma respondo: - esqueceu que falta dinheiro? Que TODAS as pessoas com quem costuma sair têm namorado/a e não estão sempre disponíveis para carregar um fardo? Nem devem!
Ora, é isso que acostuma: as porcarias da TV, a internet vazia, a solidão... e é essa solidão que preenche o espaço, justamente a falta de companhia, de carinho, de beijos... de homem!
- Mas e os “amigos” de sempre? – me pergunto, - devem estar se se divertindo por aí, ou, certamente fazendo coisa melhor do que simplesmente ser companhia para uma mulher de 1,75m, que adora filmes de terror psicopatas, armas, lutas. Que tal?
Hummm!!! Será que é isso que assusta? Não sei!
Mas de uma coisa tenho certeza: se tenho que mudar meus amores para que um homem veja o quanto essa mesma mulher também precisa de proteção e carinho e, que pode ser tão meiga e carinhosa quanto parece dura e cruel, então a TV e a internet, ou boas musicas e ótimos livros ainda são melhores companhias.
Pensando bem, neste caso, é mesmo a TV, a internet, o rádio, CDs e os livros as melhores companhias. E não necessariamente nesta ordem. Desta forma, a solidão é uma boa companhia, pois sabe receber as lágrimas e os sorrisos com a mesma cumplicidade. É ela que xinga os casais sofrendo também com a inveja, que espera a internet se encher com algo útil, que compartilha as musicas doces para relaxar e o metal pesado, para desopilar. É só, que se pode atentar e mergulhar na história de um livro, imaginar.
Pelo menos, assim, não há reclamações por eu estar carente, ou por eu preferir assistir O Silêncio dos Inocentes pela milésima vez e dizer – “o Hannibal Lecter é o psicopata mais inteligente da história”. Não há ninguém achando muito masculino uma mulher gostar de armas e nem falando que é frescura, chorar por estar só.
Ainda falta carinho, abraço, palavras doces e protetoras... o Homem. Mas estou me acostumando!

Vanessa Fiorenza
23 de setembro de 2011.

sábado, 13 de agosto de 2011

Saudades...

Existe um homem em sua vida, que se esmera no comprimento do dever para dar bom exemplo. É este homem que fica humilde quando poderia se exaltar e que chora à distancia, a fim de não ser observado.
É este homem que, com o coração dilacerado, se embrutece para se impor como um juiz inflexível e que, na ausência, usam-no como temor para evitar uma ação menos correta. Este homeé quase sempre chamado de desatualizado; que apenas fisicamente, passa o dia distante, no trabalho, por um futuro melhor e, ao fim do dia, avidamente regressa ao lar para levar muito carinho e, as vezes, pouco receber.
Este homem esta sempre pronto a ofertar uma palavra orientadora ou relatar uma atitude inspiradora que possa ser imitada e, muitas vezes, passa noites mal dormidas cuidando da família e, ainda assim, consegue energias para distribuir.
Existe um homem em sua vida que é tão humano e sensível e, por isso, normalmente, sente a ausência do afeto que lhe é dado raramente e de forma pouco comunicativa. Que vibra, se emociona e se orgulha pelos feitos daqueles que tanto ama.
Esse homem geralmente, se agiganta e passa a ser o valor inexorável quando deixa de existir para sempre. Setorna ainda maior e mais herói, quando não faz mais parte dos nossos dias.
Nunca perca a oportunidade de demonstrar muito carinho e amizade àquele que é SEU PAI.
Eu nunca deixei de amar e demonstrar amor pelo meu e, hoje, a saudade que ele deixou em mim, queima minha existência.
Para aqueles que ainda podem, desejem, do fundo do coração, um Feliz dia dos Pais aos seus pais.

Adaptado de autor desconhecido.
Vanessa Fiorenza
13 de agosto de 2011.

domingo, 24 de julho de 2011

MEUS QUERIDOS AMIGOS E FAMILIARES

É com muito carinho que agradeço a vocês por todos os presentes, homenagens, apoio e, principalmente, pelo carinho e confiança dedicados a mim.
Todos sabem do grande “baque” que foi a perda do meu pai, um grande amigo e uma pessoa muito amada por mim. É difícil não lembrar dele num momento tão especial como a minha formatura, até porque ele foi o grande responsável por essa conquista juntamente com minha mãe. Tenho de dizer MUITO OBRIGADA por todas as felicitações e por compartilharem comigo esse momento que foi tão especial.
Me dediquei ao máximo para poder fazer a noite do dia 23/07/11 tão especial para vocês como foi para mim. Foi uma batalha, mas espero ter conseguido agradar a todos. Desculpem se alguma coisa errada passou e eu não percebi.
Obrigada pela presença de cada um de vocês neste dia, pois era justamente essa presença que eu esperava. E, como eu disse no meu agradecimento para a colação de grau, eu me senti sim como se eu tivesse destruído o Um Anel nas chamas de Mordor

COLEGAS DE TRABALHO
Agradeço aos colegas de trabalho e chefes, pelo apoio, por acreditarem no meu potencial e por terem feito tudo que foi possível pela minha contratação. Por aguentarem minhas alterações de humor nas fases de pressão; pelo apoio quando perdi meu pai; por tudo que me ensinaram e continuam ensinado; pelo presente maravilhoso que uso para vos escrever, que foi uma surpresa maravilhosa; e, principalmente, pela grande amizade que se construiu. Agora, é o momento para falar o nome de todos, por ordem alfabética, pois todos têm igual importância pra mim: Antônio, Diego, Emerson, Faina, Jairo, Joel, Patrícia, Ricardo, Roque, Samanta e Tamires.
Bem, levando em consideração que eu fiquei sem respostinha na quarta-feira, dia 20/07/11, depois do presente maravilhoso que nem desconfiei que estivessem preparando, eu tinha que dar um respostão, né?! Assim como a Patrícia disse sobre ela, eu também não sou muito boa com palavras e, por isso, prefiro escrever. Quatro anos, disse o Jairo, é quase um casamento, mesmo assim eu acho que esse tempo é curto para se conviver com pessoas tão espetaculares como vocês.
Lembro que, logo que entrei no MAPA, uma folha de requerimento trancou na impressora e acabou com o documento. Fui, bem sem graça, falar com a Patrícia para ver o que poderíamos fazer e disse duas possíveis soluções. Nesse dia, ela disse para o Emerson “gostei da Vanessa porque ela vem com o problema, mas já tem a solução”. Tenham certeza que daquele dia em diante sempre busquei a solução para todos os problemas, sejam no trabalho ou na vida. E, se não der um jeito, chamo os guris da informática.

PROFESSORES
É claro que os professores foram mais que especiais nessa comemoração. Eles são grandes doutores e mestres em compartilhar conhecimento e experiências de forma única e fantástica. A graduação, claro, só pode ser alcançada graças a eles: Cristina (não citada na oratória da colação por lapso de nervosismo, mas extremamente importante na jornada de graduação), Forneck (orientador), Rodrigo, Jairo (coordenador), Koller, Trícia, Piva e Bordignon; também aqueles que não estão mais lecionando na Unilasalle, como Ingrid, Flávio, Izabel e Lílian.
Por estes magníficos mestres, sou hoje Bióloga e concluí com imenso prazer meu TCC, orientado pelo Forneck, de quem me orgulho por ter sido paraninfo na minha formatura e estar presente na minha comemoração.

GRANDES AMIGOS
Aos grandes amigos, uma explosão de coisa boa, que fizeram desse momento ainda mais mágico. Foram tantas experiências compartilhadas... tantas alegrias, conquistas e perdas. E em cada momento fomos moldando uns aos outros, ficando ainda mais ligados. Brincando que tem uma amiga especial que ia me ajudar a roubar um caminhão, grandes amigos são assim, fazem grandes coisas até por pequenas causas. Um dos maiores apoios que tive foi, também do falecimento do meu pai, quando, inesperadamente tive a companhia de pessoas extremamente importantes: Debi, Cássia, Faina e Samy; outros, que não estiveram comigo mas me deram grande apoio são Andrea, Francine L., Marlon, Rosangela e Tiago.
Não tem como falar o nome de tantos amigos que estiveram presente na noite da colação, mas que bom poder ter estado em companhia de vocês, levantando o nosso astral em todos os momentos.
Alguns grandes amigos merecem agradecimento especial:
- Cássia: é uma grande honra ser amiga de uma pessoa tão dedicada, inteligente e querida como você. Mais que uma hora, é uma sorte imensa. Obrigada por estar lá, por fazer parte, por acreditar e ajudar muito, em cada trabalho feito, unha pintada e anel emprestado. Você foi parte importantíssima dessa conquista.
- Bone: maquiagem de primeira no rosto, boas fotos de recordação na prova de toga. Obrigada pelo carinho depositado em mim neste momento.
- Samy: o quanto foi construído ao longo dos 7 anos e meio que nosconhecemos né?! Do pouco que nos falávamos no início até a amizade que contemplamos hoje. Você feze faz parte da minha conquista. Compartilhamos muitos momentos juntas e você esteve ao meu lado no mais dificil (quando perdi o pai) e no mais feliz (colação de grau) da minha vida até hoje. Obrigada por existir e fazer parte destes momentos.
- Debi: quem diria né? O namorado da minha amiga, virou um grande amigo! Obrigada, Debi, pela paciência, pelos bares, pelas caronas, pelo Akyrê. Brincadeiras a parte, obrigada pelo apoio e pela presença no momento da minha grande perda. Pelo presente paciente (buzinando e dando sinal de luz para ir mais rápido), me levando até a Uni e usando o meu Barrete e compartilhando mais esse grande momento comigo.
- Faininha: pequena amiga de nobre coração (que não vai todos os dias ao bosque colher lenha), não tenho palavras para agradecer tudo o que você é para mim. A alguns anos, me perguntava se um dia eu teria uma amizade como a da Sociedade do Anel. Uma amizade verdadeira, que ultrapassa grandes obstáculos, supera grandes distâncias em corrida a pé, lutam juntos contra os inimigos, bebendo, cantando e comemorando. Aí você apareceu, e me mostrou que uma amizade assim é possível e real. Obrigada!
A Faina tem me ensinado a falar sempre o que sentimos de bom pelas pessoas, e o quanto gostamos delas. Então, Amo todos vocês, meus amigos queridos.
Claro que não tenho como citar todos os nomes. São tantas pessoas especiais... mas têm alguns que estiveram mais perto, por maior tempo, desde minha infância, como o Cléo e a Val, Vanderson, Franciele de Leandro, Beatriz e Rodrigo, Rodrigo F., Adelar e Maria e Dole. Todos pessoas especiais e insubstituíveis, por quem eu tenho extremo carinho e amor. E o Cléo, ainda não tenho palavras para dizer o quanto amei o vídeo e os agradecimentos que fez para mim. Por hora, só consigo dizer OBRIGADA! Já o assisti umas 5 vezes enquanto escrevo. Amei!

PARENTES
Aos parentes, tantos tão especiais. Meu pai, fisicamente não estava lá, mas sei que o espírito dele sentiu todas as vibrações do meu espírito, e de todos que amam ele, e compartilhou comigo aquele momento ímpar. Minha mãe, o amor em pessoa, que dedicou a vida em prol da minha felicidade, espero que eu tenha dado a ela, até hoje, parte do orgulho de mim que ela merece. Obrigada a todos os parentes amados que comemoraram comigo esse dia fantástico. Juarez, Mercedes, João e Zete, Davi e Sabrina, Luiz e Jurema, Leonardo e Loiva, Evandro e Bianca, Juana, Fernando e Sandra, Valdenir e Jurema. Cada um com um papel fundamental nessa ocasião, o Juarez, com todo apoio de um pai, cuidando das coisas com carinho. E meu querido tio Valdenir, tão parecido com meu pai em personalidade e fisicamente que será difícil não me emocionar toda vez que o ver. E a vó Mercedes, sempre presente, sempre especial. Amo todos vocês.

A TODOS
Aos amigos e parentes que não puderam estar presentes, um “obrigada” pelo apoio. Vocês perderam uma festa e tanto...
A todos, concluo escrevendo parte de uma musica que o Vanderson cantou para mim no depoimento dele. Música da banda Matanza, que conheci através da Faina e virei grande fã: “Quero que a estrada venha sempre até você e que o vento venha sempre a teu favor. Quero que haja sempre uma cerveja em tua mão e que esteja ao teu lado teu grande amor”.

Vanessa Fiorenza
24 de julho de 2011.

sábado, 2 de julho de 2011

"Epitáfio"

Diz a música Epitáfio, do Titãs: “devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer”. É verdade! Devia mesmo.
Acordar cedo ou nem ir dormir e ver o quanto é lindo o sol nascer no horizonte. As cores lindas no céu, o cheirinho gostoso da manhã...
“Ter chorado mais”: deveríamos ter aproveitado cada momento de felicidade extrema em nossas vidas sem conter o choro. Os bons momentos devem ser dignos de lágrimas. E que sonho acordar e ver que as pessoas choram somente de alegria em um mundo sem dor, sem sofrimento.
“Devia ter amado mais”: amar aos pais, aos filhos, entes queridos, amigos, seus maridos e mulheres, namorados e namoradas... Feliz daquele que chora de alegria pela companhia da pessoa amada olhando o sol nascer ou se pôr...
Mas será que somente estas pessoas são completas?
A pouco tempo, no dia dos namorados, ouvi uma frase sensacional: “qual o problema de passar o dia dos namorados sozinha? por acaso você passa o dia da árvore com uma árvore, ou o dia do índio com um índio?”
Não é pelo fato de se estar sozinho que não se pode ser feliz. Certamente é maravilhoso abraçar uma árvore, deixar as tensões serem levadas e ficar em paz (mesmo não sendo o dia da árvore). É bom ver que os índios têm o seu espaço e prezam por seus costumes, mesmo não sendo dia do índio.
Agora, é estranho passar o dia dos namorados sozinho, ou estando acompanhada de alguém que não é seu namorado, não ganhar carinho ou ainda estar acompanhada por quem ama e sentir só... e, em muitos casos por este mundão a fora, nem precisa ser dia dos namorados para se sentirem assim.
Enfim, você não é a única criatura do mundo a passar por situações como essas. Pense apenas em amar mais, em ver o sol nascer e se emocionar ao som de uma boa música.
O mundo já é cruel o suficiente para que deixemos nos levar pelos momentos tristes ou depressivos.
Quem nunca foi dormir e ficou chorando até cansar e pegar no sono? Ou, se não chorou, pensou que a vida é cruel, que não é feliz, que alguém especial se foi.... Pois é, ninguém está sozinho! Sempre tem alguém que passa por situações mais adversas ainda e, certamente, bem piores. Cabe a cada um ser firme, ser forte!
Para cada situação deprimente, faça acontecer dois momentos divertidos, depois três, depois quatro.... Ligue para um amigo e fale uma bobagem, do tipo “comi pouco pois estou de meia curta”, é, não tem nada condizente, mas é por isso mesmo, é para ser louco, ser feliz! Se não der, ou ficar com vergonha, procure algo divertido na internet, algo te faça rir mais.
Arrisque mais, erre mais, faça o que quiser fazer! Pense, é óbvio: quem não arrisca, não erra, mas também não faz o que quer não realiza sonhos. Pare de ficar se preocupando com a roupa da colega de trabalho ou do cabelo esquisito do homem que passou por você na rua. Aceite as pessoas como elas são. Cada um é feliz da maneira que lhe cabe e você não tem nada a ver com isso!
Cuide primeiro da sua vida, da sua felicidade. Pare de se lamentar a noite ou quando acorda... Complique menos, se importe muito menos com os seus pequenos problemas. Aceite a vida como ela é! Acorde e dê Bom Dia para seu guarda-roupa caso não acorde ao lado do seu amor. Você vai achar a situação engraçada e vai sorrir. No futuro, quando você acordar acompanhado, vai dar bom dia para sua companhia, e terão um dia bem melhor.
Agradeça a Deus, ao Universo ou a quem te ajudou na vida (independente de ter ou não alguma religião)! Temos muito mais do que imaginamos, só falta, em muitos casos, aprender a ver isso em nós mesmos e corrigir nossos erros.
Dá para começar assim, com uma boa música, refletir sobre ela e colocar prática, antes que seja tarde mais!

Vanessa Fiorenza
02 de julho de 2011

Assista o Clip Epitáfio em http://www.youtube.com/watch?v=L3eiOMQVUqs

sábado, 7 de maio de 2011

Agradeça, no dia das mães

Olá amigos!
Dia das mães é um dia de agradecimentos àquela que nos trouxeram ao mundo, nos criaram e nos amaram ao longo de nossas vidas.
De homenagear as mães de criação, de coração, mãe da mãe... enfim, todas àquelas que nos deram e dão carinho e afeto.
Por mais que o tempo passe, que os anos venham, que nós tenhamos mudado ou que tenhamos vivido, as mães são, sem dúvida, as pessoas mais especiais que estão junto a nós.
Imaginem, quem não é mãe, que não deve ter sido nada fácil nos aguentar dentro da barriga, dando pontapés e as obrigando a ir fazer xixi toda hora, ou, depois de nascidos, nos amamentando, dando banho, trocando fraldas... e mesmo assim, sorriram por tantas vezes só por nos verem.
Pensem o quanto foi duro para a mãe, conseguir nos dar atenção, material escolar, palmadas... Educação, nos ensinando a falar, caminhar, andar de bicicleta...
Temos de reconhecer cada momento de afeto que ela teve e tem por nós. Cada preocupação ou xingão...
Todos os dias das mães, devemos dizer “obrigado”, quando a mãe acorda mais cedo do que deveria para arrumar as coisas na casa, as nossas coisas. “Obrigado”, por fazer a nossa comida gostosa todos os dias. “Obrigado” pelo carinho que ela coloca em todas as pequenas coisas que faz no do dia-a-dia, mas que as tornam grandes e especiais.
Devemos lembrar de agradecer a mãe por ser nossa amiga, chefa, concelheira, médica... Por estar conosco em todos os momentos, sejam eles felizes ou tristes. Por nos defender acima de tudo!
Cada mãe é, para seu filho ou filha, a estrela mais linda e radiante que existe e, ainda melhor, que podemos estar perto, sentindo e tocando.
Sei que cada mãe tem um coração imenso, que não se cança de esperar um mundo melhor e sempre superando cada etapa
É o amor da mãe, que nos mantém.
Neste dia das mães, diga “Obrigado” por cada dia que ela dedicou a você, e por todo amor que te deu!

Feliz dia das mães!
Vanessa Fiorenza
08/05/2011

MÃE

Neste dia das mães, só há uma palavra que pode defini-la: AMOR!
Por mais que o tempo passe, que os anos venham, que eu tenha mudado, que nós tenhamos vivido, você é a pessoa mais especial que está junto a mim.
Sei que não deve ter sido nada fácil me aguentar dentro da tua barriga, dando pontapés e te obrigando a ir fazer xixi toda hora, ou, depois de nascida, me amamentando, dando banho, trocando fraldas... e mesmo assim, sorriu por tantas vezes só por me ver.
Imagino o quanto foi duro você conseguir me dar atenção, material escolar, palmadas... Educação, me ensinando a falar, caminhar, andar de bicicleta...
Reconheço cada momento de afeto que você teve e tem por mim. Cada preocupação ou xingão...
Obrigada por acordar todo dia mais cedo do que deveria para arrumar as coisas na casa antes de sair para o trabalho. Obrigada por fazer minha comidinha gostosa todos os dias. Obrigada pelo carinho que tu colocas em todas as pequenas coisas que tu faz no do dia-a-dia, mas que as tornam grandes e especiais.
Obrigada por ser minha amiga, minha chefa, meu orgulho! Por estar comigo em todos os meus momentos, sejam eles felizes ou tristes. Por me defender acima de tudo!
Tu é, mãe, a estrela mais linda e radiante que já vi, e, ainda melhor, eu posso estar perto: sentir, tocar.
Sei que tem um coração imenso, que não se cança de esperar um mundo melhor e sempre superando cada etapa
É teu amor que me mantém.
Obrigada por cada dia que tu dedicou a mim, e por todo amor que me deu!

Te amo incondicionalmente!
Feliz dia das mães!
Vanessa Fiorenza
08/05/2011
Para minha mãe, Lena.

sábado, 12 de março de 2011

Todos Precisam

Não sei qual o motivo, mas tenho o dom de ouvir as mágoas, tristezas, raivas e alegrias de muitos, com facilidade.
Venho sendo o ombro amigo de tantas pessoas queridas, desde muito tempo, e gosto disso!
Ouço histórias de amor, de saúde, de famílias, trabalhos... Gente que literalmente deitou a cabeça no meu colo e chorou por vários minutos, até horas...
Fico muito feliz quando posso ajudar. As pessoas precisam desabafar.
Ajudo do meu modo, dando concelhos, dizendo palavras amigas, falando o que as pessoas querem ouvir ou dando minhas opiniões e, muitas vezes, o que eles realmente precisaram, é que eu não dissesse nada: apenas ouvisse pacientemente.
Lendo alguns textos, parei para pensar no que faltou em muitos destes desabafos (e até em mim), e cheguei a conclusão que as pessoas precisam é de alguém que tenha a capacidade de mostrar um mundo melhor.
Sobre os textos de “auto ajuda”, continuo achando que ajudam apenas o próprio autor. Acredito que o mundo precisa de palavras ditas com o coração, e não de histórias óbvias de perceverança.
Todos merecem beijar lábios com intensidade diferente de tudo que já provaram para dar a vida um sabor especial.
Merecemos paixões que toquem nossa alma e um amor que seja totalmente novo, nada parecido com alguma desilusão passada.
Amor este que não apenas fale que nos ama, mas que demonstre que a felicidade existe em nossa companhia. Que nos beije com todo carinho e nos faça sentir amados a ponto de nos imaginarmos tocando as estrelas.
Isso terá de ser diferente de todos os sentimentos que nosso coração já pode sentir. Um amor novo, que não seja apenas mais um, mas talvez o único até o fim das nossas vidas.
Fico imensamente feliz em saber que algumas das pessoas que ouvi, já tem suas vidas completas. Que já ultrapassaram a fase de “auto conhecimento” e que encontraram o amor que buscavam.
No entanto, para aqueles que ainda estão enfrentando barreiras e em fase de mudanças, que dentro dos seus corações existam sonhos que ainda possam ser vividos intensamente algum dia.

Vanessa Fiorenza
13 de março de 2011.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Questões da Vida

Quantas vezes na vida cometemos erros e acertos? Errar e acertar nas escolhas é um fato da existência. Aprendemos a lidar com as nossas escolhas e estudar as conseqüências delas em nossas vidas.
E quantas vezes em nossas curtas vidas, nós odiamos e Perdoamos? E nos apaixonamos? Quem não odeia alguém que tenha feito alguma maldade ou simplesmente por incompatibilidade mesmo? Todo o ser humano já perdoou alguma vez. E, mesmo na adolescência, provavelmente todos tivemos uma paixão sem pé nem cabeça, dessas que durou apenas uma semana. Ou se apaixonou por um lugar, um objeto...
Nestes dias estranhamente complicados, quantas vezes já buscamos Deus como apoio e quantas esquecemos d’Ele? Um pedido, um milagre, um dia de alegria sem nem lembrar que ele existe.
E como esquecer estes dias felizes que duram tão pouco ou os dias tristes, que parecem perdurar por uma eternidade em pensamentos.
É difícil, quando erramos, não nos culparmos por atitudes precipitadas ou opções mau escolhidas. Mas quando as coisas erradas acontecem sem depender das nossas escolhas? Como pode acontecer com a paixão, que muitas vezes desejamos que não aconteça.
Quando se conhece alguém que diverte, que tem sonhos, que deixa o dia da gente mais feliz, proporciona-se dias mais alegres. Seja um carinho de pais, filhos, ou uma paixão.
Triste é desejar estar com alguém que já não está mais neste mundo, ou está muito longe. Difícil é amar e não poder tocar, ou até mesmo conversar.
Para alguns românticos, dói olhar para o amor esperado e não recebe o olhar de volta. E, simplesmente, não ser correspondido.
Muitos sentimentos fazem parte das nossas vidas, que não deveriam ser o “normal”: ódio, raiva, dor, medo, solidão...
Quisera a primavera voltasse, e que ela trouxesse de volta os amores correspondidos. As paixões. Os entes queridos... Daí as cores voltariam aos seus lugares nos jardins, nas casas, nas pessoas: no mundo.
Quisera pudéssemos pensar somente nos erros e acertos das nossas escolhas. De perdoarmos quem nos fez algo de ruim e não mais odiar. De nos apaixonarmos pela vida, por lugares novos... pela natureza que tanto traz paz.
E, na verdade, isso é possível. Podemos sim estar em paz. Sermos felizes. Talvez nunca tenhamos uma vida completa, mas pensar positivo, ser otimistas e ter amigos presentes pode ser o caminho para uma vida melhor.

Vanessa Fiorenza
09 de março de 2011.

Pai


Sei que o dia dos pais ainda está um pouco longe, mas sempre é o momento de se dizer o quanto ama alguém.
Como já há uma homenagem para as mães aqui no blog, nada mais justo do que haver também uma aos pais.
Boa Leitura!

Dia dos Pais

Em tempos de pessoas más e sem caráter, de homens capazes de rejeitar os filhos ou de maltratá-los, penso em qual será a real missão de um pai?
Há uma quantidade enorme de pais nesse mundo: o cara pode ser velho ou novo e terá sua história para contar; pode ser negro, branco, índio, mas terá uma personalidade para apresentar... Tem pai que é solteiro, casado, divorciado ou até viúvo e que sempre dão um jeitinho para ficar com os filhotes.
Existem pais que estão com a gente o tempo todo, para levantar de um tombo ou para “ralhar” por algum erro cometido, e tem os que não podem estar sempre ao lado dos filhos ou os que não estão mais entre nós, mas que irão morar sempre no coração dos filhos e serão lembrados e amados.
Tem os pais de sangue, pais adotivos e os padrastos, cada um com sua personalidade, mas todos oferecendo toda dedicação que somente os pais sabem dar.
Há também os pais que são ricos e tem condições de encher os filhos de presentes e tem os pais que são pobres (ou podre de pobres), e que enchem os filhos com um sorriso sempre que chegam em casa...
Tá, eu sei que tem uns que chegam em casa de cara amarrada e rabujentos, ou até bêbados, mas os caras também merecem um desconto né?! Não da pra ser perfeito em tudo...
De tudo isso, o mais bonito mesmo é o dom de, cada um a sua maneira, saber dar carinho e proteção aos filhos, com amor.
Eu vejo como real missão dos pais, o fato que cada um pode sustentar, educar, dispor de tempo, ser firme nas decisões, dar amparo e amar incondicionalmente os filhos; e diferente das mães, os pais, além de entendem que os filhos não pertencem a eles, podem até se empenhar para serem como os filhos, mas não fazem os filhos serem como eles, pois sabem que cada um irá criar sua personalidade.
E agora eu posso começar a falar do meu pai!
O Meu pai é do tipo “ÃO”! Sim, ele é queridão, amigão, machão e gordão! Sempre preciso dar dois abraços nele, por que com um só eu não consigo alcançar toda a circunferência...
E é esse “ÃO” todo que sempre trabalhou duro a vida toda, me proporcionou sustento e nunca me deixou faltar nada. Me educou com humildade e firmeza, conduzindo a minha dignidade em grande parte no que sou hoje.
Ele é o cara que sempre dispôs de tempo para mim, para conversar, dar colinho e carinho e até para me levar e trazer dos lugares, mesmo quando eu ligava (e ligo) às 3hs ou 6hs da madrugada para me buscar nas festas...
Sempre se ofereceu  - e me emprestou um blusão (gigante) - quando eu estava com frio e não levava o maldito casaquinho que a mãe mandava...
E os acampamentos!!! Ele ama pescaria! E eu herdei isso muito bem! Cada peixe, cada isca – a minhoca se refestelando e a gente cortando ela em pedaçinhos para colocar no anzol... (matei os vegetarianos do coração agora!!! hehehe) 
Sem contar que meu pai sempre esteve lá para a chinelada na bunda quando eu fazia alguma coisa errada - e só uma vez me deu três “varadas” nas coxas grossas, só por que eu estava “caçando amora” com um amiguinho, no meio do mato!
E é lógico que meu pai sempre estava lá para rir da minha cara quando colocava um prego no buraquinho da tomada elétrica ou, quando eu caía, ele dizia “vem aqui que eu te levando” e eu, bem bocó, levantava chorando e ia lá... e ele me pegava no colo e me dava um abraço apertado (morrendo de rir da minha cara!), ou dizia “levanta pra cair de novo” – (é, pensando bem, agora sei o motivo da minha mãe me chamar de jaca!!!)
Ele também estava lá para puxar os meus dentinhos, quando eu caí de boca no chão (sem dúvida eu sempre fui uma jaca).
Meu pai me deu proteção (isso que eu não fui medrosa), e me deu todo amor que uma filha poderia desejar, sem me obrigar a seguir os pensamentos e opiniões dele (mas não deu certo, segui igual).
Lembro do meu pai chorando raríssimas vezes. Uma delas foi quando eu passei no vestibular e a outra quando o inter foi campeão do mundo (a segunda mais importante, claro!).
Neste dia dos pais, vou agradecer ao meu pai por tudo que ele foi, é e ainda será na minha vida e vou dizer “obrigada”, por ele ter lutado até hoje para eu estar aqui, feliz! Eu tenho muita sorte de ter o meu pai ao meu lado até hoje, e espero que ele continue aqui por muitos anos ainda! Vou dar dois abraços nele.. hehehe

E eu tenho a sorte de ter dois pais... Como meus pais são divorciados, além do meu pai de toda vida, tenho um papi recente, o padrasto...
Conviver com alguém “novo” na família é um experiência diferente mas que até agora só tem trazido bons acontecimentos.
O padrasto também ama pescaria, tem barco e tudo! E tem sido de fato, um pai! Também é um tanto “ÃO”, é altão, queridão, brincalhão, e chorão!
É um cara dedicado, honesto, humilde e digno de estar com minha mãe! É batalhador, trabalhador e um ótimo amigo! Tá, tem medo de vento também, mas é sem dúvida, um homem especial.
Agradeço por tudo que têm feito de bom para mim, como papi, e desejo, do fundo do coração, que o Wiliam e o Rafael ainda se tornem de fato meus irmãos, e que eles te tragam muita felicidade e sempre reconheçam o pai que você é!


Feliz dia dos Pais!


Vanessa Fiorenza
05 de agosto de 2010.

terça-feira, 8 de março de 2011

8 de março – Dia Internacional da Mulher

Mulher: no dicionário é definida como ser humano do sexo feminino, esposa.
Mas Mulher é muito mais do que isso. Mulher é aquela que na infância fez muitas artes. Que na adolescência sofreu com a transformação do corpo e com os relacionamentos desastrosos ou foi feliz com um único amor.
Mulher é aquela que trabalhou, estudou, participou de festas, que se divertiu e sofreu durante a vida.
Mulheres são inteligência. São astúcia.
Mulheres carregam nove meses um bebê dentro da barriga e dão a vida!
Algumas não o podem, mas trabalham, estudam, e são extremamente corajosas.
Mulheres cuidam de seus filhos, dos filhos de outras ou não tem paciência para crianças.
Mulheres são todas diferentes em características, sentimentos, ideais... mas todas iguais em definição.
Mulheres precisam de cólo, de mãe, de carinho, de amor e mesmo assim mulheres são coragem, são fibra, são orgulho.
Não desabam com uma gripe, não desabam com um coração ferido e mesmo que desabem, sempre superam.
Na velhice, Mulheres são sabedoria, são experiência. São exemplos de alegrias e tristezas. São mães, são avós, são exemplos de Vida.
Mulheres são compreenção, carinho e Amor!
Mulheres, são divinas!

Parabéns Mulheres, pelo nosso dia.

Vanessa Fiorenza
08 de março de 2011.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Mulheres menos lindas - para rir um pouco

Hoje li um e-mail falando sobre o fato de um homem querer ou não uma mulher.
Acabei por me dar conta que é simples uma mulher bonita (provavelmente linda), falar que pode ter quantos homens quiser e a hora que quiser.
Para começo de conversa, detesto estes power points de auto ajuda, com musiquinha e mensagens melodramáticas. Odeio também, estes textos de pessoas famosas que escrevem dizendo que podemos tudo o que queremos.
Quanta balela.
É fácil uma mulher linda dizer que podemos ter quantos homens quisermos em nossas vidas, que o que basta é ser simpática e é tranqüilo para uma menina “feinha” comprovar esta tese: basta ser vagabunda (oferecida, dadinha, etc...).
Agora, vá pegar para estudo uma guria que não é “dadinha” e não é o padrão de beleza dos homens para ver o que acontece! Muitas vezes, o máximo que ela consegue é se chamada de alguma coisa não agradável, pelo caminhão de lixo, ou pelos pedreiros quando passar em frente a uma obra.
Acho que estes slides e textos de auto-ajuda podem até ajudar o próprio autor (auto-ajuda), mas não as pessoas de verdade em um mundo real. Não aquelas pessoas que não tem condição financeira de fazer os melhores cortes e hidratações de cabelo, ou de vestir as roupas das melhores lojas.
Mas são estas pessoas que fazem o mundo girar. São elas que trabalham todos os dias, caminham às vezes vários minutos ou trafegam até por horas ao dia para realizar os afazeres. Estas sim é que são as pessoas bonitas. Aquelas mulheres que tem filhos e os cuidam bem. Aquelas que não tem dinheiro e, no entanto, esforçam-se para ter o melhor em casa.
E são justamente estas as mulheres as menos vistas pelos homens. Sim, já que o que eles buscam são as glamurosas ou as “dadas”. As que os homens buscam, são aquelas que estão dispostas a “dar” o que eles querem e, se não for assim, largam de mão.
Por outro lado, se “damos” para eles, mesmo apaixonadas e realmente precisando “tirar o atrasado”, somos fáceis de mais. Esse é o mundo real.
Conheço mulheres lindas e inteligentes, que não queriam namorar; queriam somente curtir, mas tiveram um “peixe na rede” logo em seguida do termino de outro relacionamento e são felizes (veja bem: lindas e inteligentes).
Também sei de meninas que, não com as mesmas qualidades físicas, mas inteligentes, não tiveram a mesma sorte. Que não encontram um amor de verdade. Que os homens só querem mesmo é “comer” enquanto não enjooam e depois dão o fora, como se fossemos a roupa usada e suja que eles precisam trocar. Bléh!
Imaginem então o que sobra para as “patos feios”, que não são oferecidas e nada dotadas intelectualmente?
Ou vão encontrar um Zé, danado de feio e burro igual uma porta, faltando dentes da boca e tudo... ou vão ficar para titias. Sim: titias! Aquelas que não se casam. Que passam a vida solteiras a espera do cara ideal.
Não que o Zé não possa ser uma pessoa de bem, e compatível, pelo contrário, acho até que é isso que querem dizer com “sempre tem um chinelo velho para um pé torto”. E, certamente, há muitos "Zé's" considerados os príncipes encantados de muitas donzelas.
Outro fato que toda mulher (menos as lindas) tem um FFF na vida – Faça um Feio Feliz. Conheço quem tenha vários.
Mas, enquanto falta dinheiro para ser linda como uma atriz de cinema internacional (vide Angelina Jolie), faz-se bem contentar-se com os menos providos de beleza física, menos providos de inteligência, menos providos em muitas coisas, mas que pelo menos tenha uma qualidade: seja limpo!

Vanessa Fiorenza
31 de maio de 2010.

Aprender a esquecer!

Ta aí uma coisa que temos realmente que aprender: esquecer. Se há algo bom que existe no cérebro humano é a capacidade de deixar pra trás o que foi ruim nas nossas vidas. Às vezes o que foi bom...
Muitas vezes vimos ou veremos amigos saindo das nossas vidas, outras tantas teremos de nos despedir de filhos e pais, e aí estão duas coisas que não queremos esquecer jamais. E não o vamos! Teremos sempre em mente as boas lembranças dos momentos alegres ou tristes que foram vividos juntos. Isso nos fortalece e nos faz crescer quanto seres-humanos.
Acontece também, por vezes, uma grande decepção ou até mesmo uma briga com aquela pessoa que era tão querida, e que pode ter causado um sofrimento grande. Aí estão coisas que queremos apagar da memória e não conseguimos. Os momentos de arrependimento são armas contra o esquecimento. Ainda há guerreiros que conseguem suprir a necessidade de “não lembrar” dos acontecimentos, mas antes de dormir, em muitas noites durante a vida, vão se lembrar dos fatos de outrora.
Há também os acontecimentos engraçados, os famosos “micos”. Estes sim, a gente quer definitivamente tirar da memória, e não só da gente, mas de todos que presenciaram aquele ‘tombo” ridículo no meio da rua, ou aquela bebedeira que faz a criatura agir do modo mais esdrúxulo possível.
Agora, estranho, como sempre, é esquecer os amores... Por algum motivo, a gente ama, a gente talvez namore, e, se não der certo, acaba o relacionamento, ou o amor simplesmente evapora, deixando o sentimento de vazio. Nesses casos, a gente sempre vai lembrar que esteve um dia com uma pessoa ao nosso lado, fazendo algo de bom (ou ruim) em nossas vidas. Mas a recordação não incomoda.
Vai ficar o sentimento de ternura (ou ódio) daquele ser que em algum momento nos encantou. Vamos lembrar da voz, de um sussurro, do jeitinho de se vestir... mas não vai causar insônia o resto da vida.
Por um tempo, a gente sente. A gente sofre! Mas aos poucos isso vai se apagando e dando espaço para novos sentimentos. O Vazio pode até se instalar no peito: o sentimento de solidão, mas para em seguida ser novamente preenchido por um novo amor, mesmo que não namore, mesmo que não dê certo... aí, a gente começa tudo de novo.
Importante é aprender a esquecer os erros e os momentos ruins. Aprender a esquecer alguns momentos bons, pode ajudar a superar amores rompidos com maior rapidez... difícil, é fazer a nossa cabeça agir assim.

O cérebro humano é fascinante, com a capacidade de nos fazer lembrar ou esquecer, de nos fazer sentir. Agora, sentimentosinho complicado este, o amor.



Vanessa Fiorenza
28 de maio de 2010.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Lembranças de um final de semana

Quinta-feira: por sorte iriam fazer a detetização no prédio onde trabalho no dia seguinte e poderia ir para a praia mais cedo. Vai no posto de compra de passagens da rodoviária para trocar a passagem e aproveita para uma sessão de depilação tortura básica. Isso, depois de chamar o motorista do ônibus de boca-aberta por não abrir a prorta para eu descer, mesmo tendo avisado quatro vezes -“DESCE”.
Sexta-feira: o primeiro dia. Pude correr para Cidreira mais cedinho. O apartamento: de lado para o mar, com uma vista incrível. Segundo terreno depois da praia. Pertíssimo.
Tardinha: cheguei, tirei a roupa desconfortável e pulei para o biquini. Muito protetor solar, apesar de já ser umas 18hs. Primos e eu corrermos para um banho de mar. CONGELANTE!
Noite: ceva.
Segundo dia – manhã: mais um primo chegou (agora já era “apertamento”). Muito protetor solar. Uma caminhada básica e vamos ao Volley de praia (área do SESC). E o meu homem perfeito estava lá! Olhos verdes, corpão, alto, bronzeado, super simpático e pareceu-me acompanhado.
Tarde: muito protetor solar e uma caminhada, um solsinho básico para bronzear. Um frescobol fracassado para divertir. Mais volley. E o meu homem perfeito estava lá – acompanhado de outra?
Mais tarde ainda: aquela vontade imensa de fazer xixi. Vai para casa com a madrinha para ir ao banheiro, pega a namorada do primo no caminho, volta ao volley. Primos discutem por não conseguem jogar quando querem. Smirnoff Ice. O homem perfeito continuava lá. Não eram companhias. Hora dos olhares!
Noite: ceva!
Terceiro e último dia – manhã: muito protetor solar. Alguma coisa estranha acontecenedo (minha cabeça tá ardendo do sol?). Caminhada, mais bronze, brincadeira na água gelada que molhou até a alma. Banho de mar. Mais frescobol (quase dei uma raquetada na cabeça de uma mulher que estava passando). Milho verde passando muito trabalho por causa do aparelho.
Tarde: soneca depois do almoço. Muito protetor solar (a cabeça continua ardendo, e o lábio também). Primos dormindo. Caminhada com a prima. Primos acordam. Mais volley e o homem perfeito estava lá! Eram irmãs? Olha muito daqui, recebe muito olhar dali. Faz amizade com o pessoal que está junto. Conversa, brinca.... Último jogo: bolada no nariz e torção no tornozelo.
Noite: sem o telefone do homem perfeito, com o pé inchado, com a cabeça ardendo e com o lábio inchado em função da insolação, pegamos um congestionamento imenso no caminho de volta para casa. Chegamos em casa 2:30 da madrugada.
Na segunda-feira, acorda para ir trabalhar, mas o pé tá parecendo uma pata de elefante e o “beiço” parece um personagem de tribo africana de desenho animado (daqueles, com o lábio inferior enooooormeeeee).
É... eu sobrevivi (com o pé “entalado”).
Eita lembrança do final de semana!
Mas estava tudo ótimo!

Vanessa Fiorenza
22/01/2011.


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Mensagem de Natal 2010

Este ano o espírito de Natal parece estar meio preguiçoso. As pessoas não falam mais em "Natal em família", muito menos em "ceia de Natal com a família reunida".
Para muitos, o Natal nada mais é do que uma data capitalista, onde as pessoas só querem dar e receber presentes.
Para os católicos, trata-se da comemoração do nascimento de Jesus. Tá! Todo mundo sabe que este dia não é exatamente a data do nascimento e que esta data foi escolhida baseado no calendário Celta ou algo assim, mas e daí? O que importa é que comemora-se o nascimento do Salvador.
E se Papai Noel realmente existiu (sim, ele é inspirado em São Nicolau, que era o "Robin Hood" da época), porque estamos tirando esta fantasia maravilhosa das crianças?
Eu tenho lembranças mágicas da minha infância, acreditando no "bom velinho". Esperando o "velho pançudinho" vestido de vermelho, descer pela chaminé estreita da lareira, e deixar pelo menos um presentinho de Natal para mim.
Claro que ele faz tudo isso com mágica! Quem iria agüentar o calor com aquela roupa se não fosse por magia?
Eu ficava horas esperando... e, naqueles segundinhos que eu tinha que sair da frente da lareira por causa de alguma propaganda da "estrela" na TV, ou para ver os fogos de artifício iluminando a noite, lá aparecia o presente. Meus pais faziam sempre tudo perfeito. Que época maravilhosa!
E quando alguém da família se veste de Noel para as crianças? Algumas acabam sempre chorando com medo (geralmente, as mais terríveis parecem saber, lá no fundo, que não foram boazinhas, e acham que não vão ganhar presentes).
Tudo isso gera uma energia tão boa, traz uma felicidade tão grande, que não tem como não contagiar até os mais velhos.
As luzinhas enfeitando a casa, as estrelas cadentes, as músicas... As pessoas queridas reunidas... Lembranças...
Eu gostaria de poder voltar à infância e, neste Natal, ver as pessoas felizes em fazer as crianças imaginarem e sonharem com a magia do Natal.
Não precisamos tornar a data em um "dia internacional do consumismo". Podemos ter uma bela festa, presenteando com presença, carinho e amor aqueles que nos são importantes, seja família, amigos, colegas... ou mesmo que seja apenas uma pessoa.
Sempre vale a pena recordar as coisas boas da vida.
Vamos aproveitar para "encher a cara" de champagne ou cidra! Cerveja ou Nova Shin! Comer Peru, Chester ou uma montanha de chocolate.
Ta valendo tudo!
Olhar as estrelas ou tomar uma chuva e ficar resfriado; passar a noite com um amor, ou dois... Com amigos... O mais importante, é lembrar de ser feliz! Recordar que a vida vale a pena, que tudo que passamos em nossas vidas não é por acaso, e que nos faz crescer e aprender a cada etapa.
Somos capazes de sempre superar. A maior prova é que não conheço ninguém que tenha ficado traumatizado por saber que o Papai Noel, de fato, não existe.
... Será que não existe mesmo?
Este ano, eu quero ser Papai Noel, representante de São Nicolau, e não serei consumista. Meu presente de Natal para todos vocês, são os sinceros desejos de alegrias, Magia e Sonhos realizados.
Comemore!
Vamos repaginar!
Vamos fazer de 2011 um ano melhor!
Vamos superar as expectativas!
Vamos ser pessoas melhores!
Vamos ser o "Papai-Noel" que as crianças esperam. Não é tão difícel, é o que nós esperávamos no Natal das nossas infâncias.

Tenha um Natal Mágico
E que 2011 seja digno de aprendizado, sucesso e realizações!

Vanessa Fiorenza
20 de dezembro, 2010.