sábado, 22 de janeiro de 2011

Lembranças de um final de semana

Quinta-feira: por sorte iriam fazer a detetização no prédio onde trabalho no dia seguinte e poderia ir para a praia mais cedo. Vai no posto de compra de passagens da rodoviária para trocar a passagem e aproveita para uma sessão de depilação tortura básica. Isso, depois de chamar o motorista do ônibus de boca-aberta por não abrir a prorta para eu descer, mesmo tendo avisado quatro vezes -“DESCE”.
Sexta-feira: o primeiro dia. Pude correr para Cidreira mais cedinho. O apartamento: de lado para o mar, com uma vista incrível. Segundo terreno depois da praia. Pertíssimo.
Tardinha: cheguei, tirei a roupa desconfortável e pulei para o biquini. Muito protetor solar, apesar de já ser umas 18hs. Primos e eu corrermos para um banho de mar. CONGELANTE!
Noite: ceva.
Segundo dia – manhã: mais um primo chegou (agora já era “apertamento”). Muito protetor solar. Uma caminhada básica e vamos ao Volley de praia (área do SESC). E o meu homem perfeito estava lá! Olhos verdes, corpão, alto, bronzeado, super simpático e pareceu-me acompanhado.
Tarde: muito protetor solar e uma caminhada, um solsinho básico para bronzear. Um frescobol fracassado para divertir. Mais volley. E o meu homem perfeito estava lá – acompanhado de outra?
Mais tarde ainda: aquela vontade imensa de fazer xixi. Vai para casa com a madrinha para ir ao banheiro, pega a namorada do primo no caminho, volta ao volley. Primos discutem por não conseguem jogar quando querem. Smirnoff Ice. O homem perfeito continuava lá. Não eram companhias. Hora dos olhares!
Noite: ceva!
Terceiro e último dia – manhã: muito protetor solar. Alguma coisa estranha acontecenedo (minha cabeça tá ardendo do sol?). Caminhada, mais bronze, brincadeira na água gelada que molhou até a alma. Banho de mar. Mais frescobol (quase dei uma raquetada na cabeça de uma mulher que estava passando). Milho verde passando muito trabalho por causa do aparelho.
Tarde: soneca depois do almoço. Muito protetor solar (a cabeça continua ardendo, e o lábio também). Primos dormindo. Caminhada com a prima. Primos acordam. Mais volley e o homem perfeito estava lá! Eram irmãs? Olha muito daqui, recebe muito olhar dali. Faz amizade com o pessoal que está junto. Conversa, brinca.... Último jogo: bolada no nariz e torção no tornozelo.
Noite: sem o telefone do homem perfeito, com o pé inchado, com a cabeça ardendo e com o lábio inchado em função da insolação, pegamos um congestionamento imenso no caminho de volta para casa. Chegamos em casa 2:30 da madrugada.
Na segunda-feira, acorda para ir trabalhar, mas o pé tá parecendo uma pata de elefante e o “beiço” parece um personagem de tribo africana de desenho animado (daqueles, com o lábio inferior enooooormeeeee).
É... eu sobrevivi (com o pé “entalado”).
Eita lembrança do final de semana!
Mas estava tudo ótimo!

Vanessa Fiorenza
22/01/2011.


Nenhum comentário:

Postar um comentário