segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Mulheres menos lindas - para rir um pouco

Hoje li um e-mail falando sobre o fato de um homem querer ou não uma mulher.
Acabei por me dar conta que é simples uma mulher bonita (provavelmente linda), falar que pode ter quantos homens quiser e a hora que quiser.
Para começo de conversa, detesto estes power points de auto ajuda, com musiquinha e mensagens melodramáticas. Odeio também, estes textos de pessoas famosas que escrevem dizendo que podemos tudo o que queremos.
Quanta balela.
É fácil uma mulher linda dizer que podemos ter quantos homens quisermos em nossas vidas, que o que basta é ser simpática e é tranqüilo para uma menina “feinha” comprovar esta tese: basta ser vagabunda (oferecida, dadinha, etc...).
Agora, vá pegar para estudo uma guria que não é “dadinha” e não é o padrão de beleza dos homens para ver o que acontece! Muitas vezes, o máximo que ela consegue é se chamada de alguma coisa não agradável, pelo caminhão de lixo, ou pelos pedreiros quando passar em frente a uma obra.
Acho que estes slides e textos de auto-ajuda podem até ajudar o próprio autor (auto-ajuda), mas não as pessoas de verdade em um mundo real. Não aquelas pessoas que não tem condição financeira de fazer os melhores cortes e hidratações de cabelo, ou de vestir as roupas das melhores lojas.
Mas são estas pessoas que fazem o mundo girar. São elas que trabalham todos os dias, caminham às vezes vários minutos ou trafegam até por horas ao dia para realizar os afazeres. Estas sim é que são as pessoas bonitas. Aquelas mulheres que tem filhos e os cuidam bem. Aquelas que não tem dinheiro e, no entanto, esforçam-se para ter o melhor em casa.
E são justamente estas as mulheres as menos vistas pelos homens. Sim, já que o que eles buscam são as glamurosas ou as “dadas”. As que os homens buscam, são aquelas que estão dispostas a “dar” o que eles querem e, se não for assim, largam de mão.
Por outro lado, se “damos” para eles, mesmo apaixonadas e realmente precisando “tirar o atrasado”, somos fáceis de mais. Esse é o mundo real.
Conheço mulheres lindas e inteligentes, que não queriam namorar; queriam somente curtir, mas tiveram um “peixe na rede” logo em seguida do termino de outro relacionamento e são felizes (veja bem: lindas e inteligentes).
Também sei de meninas que, não com as mesmas qualidades físicas, mas inteligentes, não tiveram a mesma sorte. Que não encontram um amor de verdade. Que os homens só querem mesmo é “comer” enquanto não enjooam e depois dão o fora, como se fossemos a roupa usada e suja que eles precisam trocar. Bléh!
Imaginem então o que sobra para as “patos feios”, que não são oferecidas e nada dotadas intelectualmente?
Ou vão encontrar um Zé, danado de feio e burro igual uma porta, faltando dentes da boca e tudo... ou vão ficar para titias. Sim: titias! Aquelas que não se casam. Que passam a vida solteiras a espera do cara ideal.
Não que o Zé não possa ser uma pessoa de bem, e compatível, pelo contrário, acho até que é isso que querem dizer com “sempre tem um chinelo velho para um pé torto”. E, certamente, há muitos "Zé's" considerados os príncipes encantados de muitas donzelas.
Outro fato que toda mulher (menos as lindas) tem um FFF na vida – Faça um Feio Feliz. Conheço quem tenha vários.
Mas, enquanto falta dinheiro para ser linda como uma atriz de cinema internacional (vide Angelina Jolie), faz-se bem contentar-se com os menos providos de beleza física, menos providos de inteligência, menos providos em muitas coisas, mas que pelo menos tenha uma qualidade: seja limpo!

Vanessa Fiorenza
31 de maio de 2010.

Aprender a esquecer!

Ta aí uma coisa que temos realmente que aprender: esquecer. Se há algo bom que existe no cérebro humano é a capacidade de deixar pra trás o que foi ruim nas nossas vidas. Às vezes o que foi bom...
Muitas vezes vimos ou veremos amigos saindo das nossas vidas, outras tantas teremos de nos despedir de filhos e pais, e aí estão duas coisas que não queremos esquecer jamais. E não o vamos! Teremos sempre em mente as boas lembranças dos momentos alegres ou tristes que foram vividos juntos. Isso nos fortalece e nos faz crescer quanto seres-humanos.
Acontece também, por vezes, uma grande decepção ou até mesmo uma briga com aquela pessoa que era tão querida, e que pode ter causado um sofrimento grande. Aí estão coisas que queremos apagar da memória e não conseguimos. Os momentos de arrependimento são armas contra o esquecimento. Ainda há guerreiros que conseguem suprir a necessidade de “não lembrar” dos acontecimentos, mas antes de dormir, em muitas noites durante a vida, vão se lembrar dos fatos de outrora.
Há também os acontecimentos engraçados, os famosos “micos”. Estes sim, a gente quer definitivamente tirar da memória, e não só da gente, mas de todos que presenciaram aquele ‘tombo” ridículo no meio da rua, ou aquela bebedeira que faz a criatura agir do modo mais esdrúxulo possível.
Agora, estranho, como sempre, é esquecer os amores... Por algum motivo, a gente ama, a gente talvez namore, e, se não der certo, acaba o relacionamento, ou o amor simplesmente evapora, deixando o sentimento de vazio. Nesses casos, a gente sempre vai lembrar que esteve um dia com uma pessoa ao nosso lado, fazendo algo de bom (ou ruim) em nossas vidas. Mas a recordação não incomoda.
Vai ficar o sentimento de ternura (ou ódio) daquele ser que em algum momento nos encantou. Vamos lembrar da voz, de um sussurro, do jeitinho de se vestir... mas não vai causar insônia o resto da vida.
Por um tempo, a gente sente. A gente sofre! Mas aos poucos isso vai se apagando e dando espaço para novos sentimentos. O Vazio pode até se instalar no peito: o sentimento de solidão, mas para em seguida ser novamente preenchido por um novo amor, mesmo que não namore, mesmo que não dê certo... aí, a gente começa tudo de novo.
Importante é aprender a esquecer os erros e os momentos ruins. Aprender a esquecer alguns momentos bons, pode ajudar a superar amores rompidos com maior rapidez... difícil, é fazer a nossa cabeça agir assim.

O cérebro humano é fascinante, com a capacidade de nos fazer lembrar ou esquecer, de nos fazer sentir. Agora, sentimentosinho complicado este, o amor.



Vanessa Fiorenza
28 de maio de 2010.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Lembranças de um final de semana

Quinta-feira: por sorte iriam fazer a detetização no prédio onde trabalho no dia seguinte e poderia ir para a praia mais cedo. Vai no posto de compra de passagens da rodoviária para trocar a passagem e aproveita para uma sessão de depilação tortura básica. Isso, depois de chamar o motorista do ônibus de boca-aberta por não abrir a prorta para eu descer, mesmo tendo avisado quatro vezes -“DESCE”.
Sexta-feira: o primeiro dia. Pude correr para Cidreira mais cedinho. O apartamento: de lado para o mar, com uma vista incrível. Segundo terreno depois da praia. Pertíssimo.
Tardinha: cheguei, tirei a roupa desconfortável e pulei para o biquini. Muito protetor solar, apesar de já ser umas 18hs. Primos e eu corrermos para um banho de mar. CONGELANTE!
Noite: ceva.
Segundo dia – manhã: mais um primo chegou (agora já era “apertamento”). Muito protetor solar. Uma caminhada básica e vamos ao Volley de praia (área do SESC). E o meu homem perfeito estava lá! Olhos verdes, corpão, alto, bronzeado, super simpático e pareceu-me acompanhado.
Tarde: muito protetor solar e uma caminhada, um solsinho básico para bronzear. Um frescobol fracassado para divertir. Mais volley. E o meu homem perfeito estava lá – acompanhado de outra?
Mais tarde ainda: aquela vontade imensa de fazer xixi. Vai para casa com a madrinha para ir ao banheiro, pega a namorada do primo no caminho, volta ao volley. Primos discutem por não conseguem jogar quando querem. Smirnoff Ice. O homem perfeito continuava lá. Não eram companhias. Hora dos olhares!
Noite: ceva!
Terceiro e último dia – manhã: muito protetor solar. Alguma coisa estranha acontecenedo (minha cabeça tá ardendo do sol?). Caminhada, mais bronze, brincadeira na água gelada que molhou até a alma. Banho de mar. Mais frescobol (quase dei uma raquetada na cabeça de uma mulher que estava passando). Milho verde passando muito trabalho por causa do aparelho.
Tarde: soneca depois do almoço. Muito protetor solar (a cabeça continua ardendo, e o lábio também). Primos dormindo. Caminhada com a prima. Primos acordam. Mais volley e o homem perfeito estava lá! Eram irmãs? Olha muito daqui, recebe muito olhar dali. Faz amizade com o pessoal que está junto. Conversa, brinca.... Último jogo: bolada no nariz e torção no tornozelo.
Noite: sem o telefone do homem perfeito, com o pé inchado, com a cabeça ardendo e com o lábio inchado em função da insolação, pegamos um congestionamento imenso no caminho de volta para casa. Chegamos em casa 2:30 da madrugada.
Na segunda-feira, acorda para ir trabalhar, mas o pé tá parecendo uma pata de elefante e o “beiço” parece um personagem de tribo africana de desenho animado (daqueles, com o lábio inferior enooooormeeeee).
É... eu sobrevivi (com o pé “entalado”).
Eita lembrança do final de semana!
Mas estava tudo ótimo!

Vanessa Fiorenza
22/01/2011.


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Mensagem de Natal 2010

Este ano o espírito de Natal parece estar meio preguiçoso. As pessoas não falam mais em "Natal em família", muito menos em "ceia de Natal com a família reunida".
Para muitos, o Natal nada mais é do que uma data capitalista, onde as pessoas só querem dar e receber presentes.
Para os católicos, trata-se da comemoração do nascimento de Jesus. Tá! Todo mundo sabe que este dia não é exatamente a data do nascimento e que esta data foi escolhida baseado no calendário Celta ou algo assim, mas e daí? O que importa é que comemora-se o nascimento do Salvador.
E se Papai Noel realmente existiu (sim, ele é inspirado em São Nicolau, que era o "Robin Hood" da época), porque estamos tirando esta fantasia maravilhosa das crianças?
Eu tenho lembranças mágicas da minha infância, acreditando no "bom velinho". Esperando o "velho pançudinho" vestido de vermelho, descer pela chaminé estreita da lareira, e deixar pelo menos um presentinho de Natal para mim.
Claro que ele faz tudo isso com mágica! Quem iria agüentar o calor com aquela roupa se não fosse por magia?
Eu ficava horas esperando... e, naqueles segundinhos que eu tinha que sair da frente da lareira por causa de alguma propaganda da "estrela" na TV, ou para ver os fogos de artifício iluminando a noite, lá aparecia o presente. Meus pais faziam sempre tudo perfeito. Que época maravilhosa!
E quando alguém da família se veste de Noel para as crianças? Algumas acabam sempre chorando com medo (geralmente, as mais terríveis parecem saber, lá no fundo, que não foram boazinhas, e acham que não vão ganhar presentes).
Tudo isso gera uma energia tão boa, traz uma felicidade tão grande, que não tem como não contagiar até os mais velhos.
As luzinhas enfeitando a casa, as estrelas cadentes, as músicas... As pessoas queridas reunidas... Lembranças...
Eu gostaria de poder voltar à infância e, neste Natal, ver as pessoas felizes em fazer as crianças imaginarem e sonharem com a magia do Natal.
Não precisamos tornar a data em um "dia internacional do consumismo". Podemos ter uma bela festa, presenteando com presença, carinho e amor aqueles que nos são importantes, seja família, amigos, colegas... ou mesmo que seja apenas uma pessoa.
Sempre vale a pena recordar as coisas boas da vida.
Vamos aproveitar para "encher a cara" de champagne ou cidra! Cerveja ou Nova Shin! Comer Peru, Chester ou uma montanha de chocolate.
Ta valendo tudo!
Olhar as estrelas ou tomar uma chuva e ficar resfriado; passar a noite com um amor, ou dois... Com amigos... O mais importante, é lembrar de ser feliz! Recordar que a vida vale a pena, que tudo que passamos em nossas vidas não é por acaso, e que nos faz crescer e aprender a cada etapa.
Somos capazes de sempre superar. A maior prova é que não conheço ninguém que tenha ficado traumatizado por saber que o Papai Noel, de fato, não existe.
... Será que não existe mesmo?
Este ano, eu quero ser Papai Noel, representante de São Nicolau, e não serei consumista. Meu presente de Natal para todos vocês, são os sinceros desejos de alegrias, Magia e Sonhos realizados.
Comemore!
Vamos repaginar!
Vamos fazer de 2011 um ano melhor!
Vamos superar as expectativas!
Vamos ser pessoas melhores!
Vamos ser o "Papai-Noel" que as crianças esperam. Não é tão difícel, é o que nós esperávamos no Natal das nossas infâncias.

Tenha um Natal Mágico
E que 2011 seja digno de aprendizado, sucesso e realizações!

Vanessa Fiorenza
20 de dezembro, 2010.

Mãe

Se existe mulher batalhadora nesse mundo, é a minha mãe. São as mães que amam!
Mães são divindades. São a definição do amor.
Infelizmente, nem todas as mães são merecedoras de homagens. Que lástima existir mulheres que terrivelmente tiveram a coragem de matar seu próprio filho, ou de usar drogas e maltratar suas crianças. É triste saber que há no mundo mães que, ao invés de alimentar e cuidar da família e da casa, gastam dinheiro em bobagens e jogos; ou perdem metade das vidas afastadas “mentalmente” dos que as amam.
Ao contrário destas, felizmente existem as mães adotivas, que amam seus filhos da mesma forma e até oferecem maior proteção e carinho do que uma mãe biológica o faria. Superprotetoras e delicadas. Pacientes e sempre a postos para ajudar os filhos.
Há mães que são anjos de fato. Que já não estão mais nesse mundo nos fazendo um carinho e nos dando a companhia que por vezes precisamos. Que, tristemente, já não podem mais nos mandar “pegar um casaquinho porque vai esfriar mais tarde”, mas certamente guiam e protegem os seus filhos.
Exitem as mães que estão longe. Que não podemos abraçar e beijar no momento em que temos vontade, saudades. Que não fazem aquela comidinha gostosa todos os dias para o filhote que, segundo elas, está magrinho. Mas elas estão lá, sempre lembrando e pedindo proteção por cada um dos filhos, ou até dos netos. O quanto é maravilhoso poder ouvir pelo menos a voz da mãe ao telefone, mandando o filho ter juízo; mandando a filha tomar cuidado...
Por sorte, eu tenho a minha mãe ao meu lado. E ela é, sem dúvida, e como tantas outras, merecedora de homenagem.
A minha mãe sempre foi batalhadora. Faxineira digna de respeito e confiança em todos os lugares em que trabalhou, me educou com carinho e da melhor maneira que o dinheiro permitiu. E me proporcionou estudo e, graças a ela, eu estou concluindo um curso superior. Tenho orgulho dela: da minha mãe!
Ela é a minha melhor amiga do mundo. Sempre esteve ao meu lado, do jeito dela: se eu errei, ela me apoiou e me fez corrigir o erro, se eu acertei, ela comemorou (mais do que eu, inclusive).
Foi minha mãe quem me deu colo (e eu sempre fui grande), amamentou (e eu sempre fui faminta) e me deu carinho incondicional. Foi meu conforto quando eu tive medo (sim, eu já tive medo) e nas horas difíceis; foi ela quem me xingou tantas e tantas vezes pelas coisas erradas (e eu nem fui rebelde), quem me avisou para não colocar o dedinho na tomada, para não mexer no botão da TV, para não rasgar as páginas dos gibis e para ir dormir cedo. Tudo isso sem falar nas vezes me mandou levar um casaco ou carregar um maldito guarda-chuva. Quantas vezes (e até hoje) me pediu para não ver filmes de terror... Quanta preocupação...
Me mandou por tantas vezes arrumar o guarda-roupas, e eu só jogava tudo lá dentro e quando ela abria a porta para conferir, as roupas caiam todinhas aos pés dela... e ela gritava “VANESSAAAAAAA!!! VEM ARRUMAR ISSO AGORA!”. Mandava limpar o quarto, arrumar as coisas de aula, fazer o tema de casa! Estudar!
Hoje, ela continua igual (ou eu é que continuo bagunceira?). Me aconcelha, me dá colo (claro que só a minha cabeça cabe no colo dela), e me dá o carinho e o abraço mais gostoso do mundo! Ela se habilita até a ser testemunha de amiga minha se for preciso.  Para ela, como não bastasse se preocupar, pede para dar um toque quando eu tiver no ônibus, quando chegar na academia, quando sair da festa, quando terminar a prova... Superprotetora! Super mãe!
Acima de tudo, me ensinou a trabalhar, ser honesta, ter humildade...
E quantas mães fazem o mesmo por seus filhotes? Se preocupam, apoiam; quantas ligam de meia em meia hora para saber se está tudo bem. Que colocam os filhos para dormir com elas quando estão gripadinhos e ranhentos, só para fazê-los tomar todo o chá (por sinal, geralmente de gosto horrível) e senti-los bem pertinho delas.
Quantas mães no mundo sabem tudo sobre os filhos e quantas não sabem...
Mas para todas as merecedoras de homenagens - as mães de longe, mães adotivas, mães das amigas, mães de mães, mães de criação, a minha mãe e todas as mães que amam - um “OBRIGADA”!
Todos os filhos deveriam dizer: “obrigada mãe”.
Obrigada pelo amor incondicional, pelo carinho, pelo colinho, pelas lágrimas, preocupações, xingadas, por mandar domir e por tudo que me fizestes de mais maravilhoso. Obrigada por todos os sacrifícios, por todos os dias que passou no mercado antes de ir para casa, e comprou o Danette ou o chocolate meio amargo.
Obrigada por cada par de sapatos, por cada camiseta, por cada calça que, apesar do pouco dinheiro que tinha, você comprou para mim. Obrigada por não pensar que a roupa poderia não servir ou que eu não fosse achar bonito, e muito obrigada por chegar em casa com um sorriso lindo e inesquecível dizendo “Eu trouxe uma coisa pra ti. Não sei se tu vai gostar”.
Obrigada por cada dia de felicidade e de amor que me ofereceu! Obrigada por tudo!

Mãe, continue sorrindo sempre e acreditando que tudo pode ser ainda melhor. Eu amo você, e sou grata por tudo que você foi, é e será na minha vida, e ainda vou recompensá-la por tudo.

Para minha mãe, Maria Lorena!

Vanessa Fiorenza
21 de abril de 2010.

Não entendo

Não entendo: qual o motivo de alguém ter tanto desprezo por mim e me menosprezar tanto, se eu nunca fiz nada pra pessoa?
Desejo do fundo do coração que esta, e todas as pessoas que me querem e me fazem mal, sejam MUITO FELIZES e assim esqueçam que eu existo! Que elas vivam a vida delas intensamente nesse novo ano e fiquem bem longe de mim e das pessoas que me querem bem!!!

Tenho esperança que em 2009 as pessoas se preocupem mais consigo mesmas e parem de fazer intrigas e de se ocupar com a vida alheia. Cada um sabe de si.

Não importa mais as coisas ruins que aconteceram em 2008. Na memória vai ficar somente as coisas boas (maravilhosas): antigos amigos ainda mais perto, novos amigos excelentes, aventuras emocionantes e divertidas, objetivos alcançados, convites especiais de pessoas mais especiais ainda, meu noivado... ja era...

Desejo com todo carinho e amor que, para meus sinceros amigos, 2009 chegue trazendo todas as energias positivas. Que para todos vocês, meu queridos, grande quantidade PAZ, AMOR, ALEGRIAS, SAÚDE, FARTURA e REALIZAÇÕES de sonhos e objetivos sejam alcançados nesse Novo Ano!

E para o mundo: - ESPERANÇA...

A frase élfica que tanto uso ("Elen síla lúmenn' omentielvo"), significa “uma estrela brilha sobre a hora do nosso encontro”. Espero que muitas estrelas brilhem a partir de 2009!

Colegas, amigos e amiguinhos.

Há, em nossas vidas, um bando de gente que nos faz rir, amar, compartilham as festas ou detestam alguém junto com a gente.
Eu classifico como colegas, aqueles que somente estão ali. Isso mesmo, estão ali, no trabalho, na faculdade ou até mesmo no ônibus a caminho de casa. Estes são aqueles que a gente vê diariamente. Que estão sempre a postos para falar da vida dos outros sem serem questionados; daquelas colegas que só falam das roupas das mulheres; daqueles que insistem em falar das suas vidas particulares, sem termos nenhum interesse em saber. Estes, fazem a companhia e dias bem mais divertidos. São fundamentais mas continuam deixando nossas vidas vazias.
Existem também, aqueles ou aquelas que são somente amiguinhas/os, que acompanham parte da nossa vida, que nos fazem rir falando bobagem e se arriando nas pessoas estranhas que existem por aí. Também sempre tem aquele que já deu “A pegada” e, no entanto, nunca vai ser mais do que o amiguinho, e que talvez já tenha até enchido o saco, mas continua presente. São aqueles que até podem ser confidentes de alguma coisa que não é importante, mas, de todos estes, nenhum saberá guardar um segredo, apesar serem extremamente necessários.
Agora, a classificação de topo, e o melhor presente que alguém pode ter, são os Amigos de verdade. Estes, são poucos e raros. São os Amigos (com “A” maiúsculo).
Estes sim, estão do nosso lado sempre! É uma relação que sem dúvida dura mais que casamento. Contamos e ouvimos histórias da vida, das nossas vidas.
Alguns, que sabem mais, outros que sabem menos. Um que sabe um acontecimento, outro que sabe do sentimento. E que até ficam bêbados lado a lado!
E são estes que nos dão ânimo. Que não nos deixam morrer de tédio e que sabem o tipo de colinho que precisamos pra ficar bem.
Eu tenho a trilogia d’O Senhor dos Anéis como uma fantástica “ficção real”. Amigos, são como o Sam, que arrisca morrer afogado, para não deixar o seu amigo sozinho em uma possível “ida sem volta” (ou ele poderia pegar umas bóias). Amigo, é como o Legolas, que ama, independente da raça e luta lado a lado pelo mesmo ideal. São como o Pippim e o Merry, que acompanham, mesmo sem nem saber o motivo da companhia e os perigos que podem enfrentar (e que matam de rir).
Claro que nessa vida real, eles não nos acompanham a Mordor para destruir o Um Anel, mas nos ajudam a escolher os melhores caminhos em nossas vidas e nos apoiam em nossas decisões. Também não precisam matar e contar os Orcs para lutar pelo mesmo ideal, por mais estranho que este ideal possa parecer. Ou ainda não precisam sair em viagem sem saber para qual lugar para demonstrar que estão sempre ao nosso lado, independente do momento em que estamos passando.
Eu acredito que amizades assim existem. Eu gosto de pensar que as tenho ao meu lado e até me considero uma pessoa assim (para aqueles que merecem).
Quem tem um Amigo, pode estar sozinho, mas jamáis se sentirá só! Esse Amigo, no engrandece, nos ensina sem ter esta intenção. Ele nos escuta, mesmo sem falarmos nada, e nos entende. Este Amigo, é aquele gosta de você e te ama apesar de todos os defeitos.
O Amigo, é quem não te repreende por acabar gostando do cara errado, e te apoia, mesmo detestando a criatura! É quem te acha inteligente, mesmo você não sendo. É quem se preocupa; quem manda e desmanda e você obedece, sem nem se dar conta. É o vegetariano que te aceita comendo bicho morto. É o certinho, que não se importa por você achar bom tudo aquilo que faz mal. É aquela que lembra de ligar mesmo depois de anos sem te ver, mas sabe que está sempre perto. É quem faz favor até judicial. É o que compartilha os segredos dos relacionamento no MSN. É aquele que confia na gente, mesmo só para ter uma opinião do trabalho. É o que fica do nosso lado quando o cara termina o namoro, mesmo tendo sido antes, amigo do tal ex. Ou, é aquela amiga maluca que ajuda a gente a roubar um caminhão (eu não fiz isso, mas é uma boa idéia!!!).
E, exatamente assim são os meus Amigos! São estes que sempre serão lembrados e trancados a chave no meu coração e que cada chave será guardada com minha vida (ai que EMO isso!!!).
E como nada na vida acontece por acaso, eu tive grandes experiências com todos os tipos de colegas, amigos e Amigos. Desde colegas que estavam lá na hora das festas (e somente nas festas) passando pela amiguinha que namorou o cara o que eu amava e, no fim, me ensinou a escolher muito bem em quem confiar para cada momento, até a melhor Amiga do mundo, para todas as horas.
Só tenho a agradecer a minhas Amigas e Amigos de verdade, que fazem a alegria e dão o apoio da minha vida.
E para todos os barraqueiros, fofoqueiros, energumenos, (pagodeiros), e das pessoas que não se aplicam a esta crônica, como diria o Matanza, “a minha vida é minha, e a sua que se Fo#@!”

Vanessa Fiorenza
18 de abril de 2010.