Recebi outro dia uma imagem com cães sendo os mais fiéis companheiros. Junto à foto, havia a explicação dada por uma criança para o fato de os cachorros durarem tão pouco tempo, a qual dizia que os cachorros nascem amando e, por isso, não precisariam viver muito. Já o homem, deve aprender a perdoar.
Acreditei no que li.
Nada levamos desta vida a não serem os sentimentos. E nossa é vida é curta, mas nada acontece sem que antes tenhamos terminado nossa missão aqui na Terra. E qual será a missão?
Já vi inúmeras histórias de pessoas amargas se tornarem dóceis, de pessoas “mão-de-vaca” transformarem-se desprendidas dos bens matérias, e já vi pessoas que nunca pediram desculpas implorarem pelo perdão.
Não é justo que sejamos atingidos pelo medo e pela sensação de termos passado uma vida “errada” apenas nas nossas ultimas horas. Por isso, fiquei pensando no perdão.
Quantas pessoas já deixamos de perdoar? Eu várias e lembro-me de cada motivo... ou será que já nem me lembro mais? Será que agora só lembro que uma destas é insuportável? Mas isto não é suficiente. Não mais.
Não quero passar uma vida odiando, com raiva, inveja e, consequentemente, tendo decepções. Quero uma vida prazerosa: poder dizer, que tive uma vida feliz. Já que os cachorros nascem amando, devo eu amá-los também, e amar as pessoas intensamente.
Mais do que agradecer ao Universo pelo que temos - ou a Deus, ou aos Orixás, ou às Fadas... – temos que estar dispostos a perdoar àqueles que nos magoaram ou que, de alguma forma, nos fizeram mal.
Para que viver atraindo pensamentos ruins e tendo uma vida “pesada”, se podemos desde já estar em paz? As pessoas mais simples e de maior dignidade e sabedoria que conheço, perdoam sempre.
Como é bom dormir pensando apenas nas contas para pagar, na saudade, nas pessoas que amamos... e ter bons sonhos. Em contraposição, como é ruim dormir pensando nas pessoas que não nos agradam, nas discussões, nas grandes brigas existências... e ter pesadelos.
Não há segredos para felicidade. Não há segredos para conquista.
A lei é ATRAIR! A vida é fácil, a gente é quem complica.
Vou fazer as coisas que amo, sendo tatuagem ou tomar chá-verde, pular de bang jump ou brincar em parques de diversão, comer algodão-doce ou chocolate amargo...
Vou cuidar minha saúde, trabalhar apenas para ter dinheiro suficiente...
Mas, acima de tudo, vou perdoar de coração e viver intensamente.
E você?
Vanessa Fiorenza
20 de outubro de 2011.
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