domingo, 12 de junho de 2016

Quando houver respeito

Vocês não acham que as pessoas precisam parar de “brincar de lutar” por tudo?
É maravilhoso ver que finalmente está explícita a consciência de direitos iguais, do politicamente correto, etc. Fico feliz por ver pessoas com opiniões formadas, fazendo caridade e buscando um meio de fazer as coisas melhorarem, mas, cá entre nós, não parece ter alguma coisa que ainda não faz sentido nisso tudo?
Pense: você tem algum tipo de preconceito? Racismo, da escolha de gênero, partido de direita ou esquerda, deficientes físicos, transtorno obsessivo compulsivo em alto grau, pobre, rico, tipo de emprego, doenças, gordos, cabelos crespos... eita que a lista é longa.
Conheço pessoas que fazem campanha do agasalho mas acham que pessoas com TOC deveriam ser excluídas da sociedade. Heim? Conheço feministas que trazem na ponta da língua o discurso de ódio contra deficientes. Heim? Pessoas religiosas que, ao invés de “amar ao próximo” querem ferrar todo mundo que não segue os padrões da igreja. Heim?
Algo não está certo ou é impressão minha?
Eu acredito que no dia em que houver RESPEITO acima de todas as opiniões (respeito às pessoas, ao ambiente, ao diferente, às escolhas...), os rótulos e os “ismos” não mais existirão, os discursos de ódio não terão efeito, as diferenças serão superficiais e o amor finalmente prevalecerá.

E se eu puder fazer um pedido: se quiser mesmo ser uma pessoa melhor, não tome atitudes apenas para exibicionismo nas redes sociais, seja um ser melhor de coração. Se complete sendo realmente alguém que faz a diferença com atitudes diárias de carinho e boa vontade. Lute sim pelos teus ideais, mas respeite os outros. E ame, porque amar ainda é o modo mais simples de se tornar alguém melhor.

Vanessa Fiorenza
12 de junho de 2016

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